sábado, 18 de dezembro de 2021

MONOGRAFIA PASSO A PASSO COM O MONOGRAFIS

 

Há algum tempo, postei em meu canal no Youtube, VAMOS APRENDER!, vídeos sobre a Plataforma de Inteligência Artificial Monografis. Essa plataforma é um software orientador de TCC, desenvolvida pelo professor orientador Douglas Tybel.

 

 Como Funciona?

  

A plataforma usa uma técnica chamada TSAC, que eu vou te explicar na sequência deste texto como funciona. Mas, de antemão, já acalmo o seu coração: ninguém ou nenhuma coisa vai fazer o seu TCC por você. Você terá orientação do início ao fim. E uma orientação de qualidade pensada para este tipo de atividade intelectual: projeto de pesquisa, TCCs de final de graduação, especialização, mestrado, etc..

 

Para iniciar, o Monografis tem um organizador de ideias que, com ele, você facilmente constrói os tópicos do seu TCC, decide o que será desenvolvido em cada um e organiza seu referencial. Isso agiliza muito o seu trabalho.

  

E esse TSAC?

  

Então, esse é um acrônimo que significa que o Monografis trabalha orientado por:

·        Tópico Frasal;

·        Sustentação;

·        Argumentação e

·        Conclusão.

 

Isso influencia em aspectos muito importantes como:

·       A forma com que a gente inicia os capítulos, isto é, apresentando clareza sobre o que será construído, além de trazer o quão importante é essa parte do trabalho para a composição do todo do trabalho;

·       A sustentação e embasamento com argumentos conduzidos pelos referenciais o que apresenta credibilidade;

·       Fazer o fechamento do capítulo concluindo as ideias apresentadas.

 

 Tem Tutorial?

  

Sim. Na verdade, tem um curso com vários módulos explicativos de como usar a Plataforma de maneira fácil, ágil e intuitiva.

 

 E quando termina de escrever?

  

Ao final da escrita do trabalho, exporta-se uma versão em word já dentro das adequações à ABNT.

  

Quem pode precisar do Monografis?

 

Se você está produzindo ou vai produzir algum trabalho como os que serão listados a seguir, saiba que o Monografis poderá adiantar sua vida e te ajudar a escrever de forma rápida, prática e sem sofrimento.

·        Artigos para publicação, Feiras, Simpósios ou Relatórios;

·        Para quem precisa fazer o projeto de pesquisa;

·        Trabalhos bem estruturados para cursos técnicos ou de extensão;

·        Monografias de graduação ou especialização – TCCs em geral;

·        Para quem precisa escrever e está com o prazo curtíssimo, trabalhando dia e noite;

·        Para os casos de orientadores distantes do orientando;

 

 Dúvidas frequentes:

 A plataforma vai escrever por mim?

Não. O Monografis não é um gerador de texto. É você que vai escrever seu texto. A diferença é que será acompanhado(a) por um orientador de escrita o tempo todo.


Se eu não conseguir mesmo com toda a ajuda usar a Plataforma?

É uma situação quase impossível porque os módulos explicativos são muito claros e, além disso, ainda há grupos em que as pessoas, ao adquirirem o Monografis, são adicionados. Nesses grupos, algumas dúvidas que ainda existam são respondidas e o caminho segue leve para todos. Numa comunidade.

  

Se eu adquirir o Monografis e não gostar?

É bem simples. Você pode enviar email para o professor Douglas Tybel ou ir direto pela Hotmart e preencher formulário de reembolso. Isso deixa a gente com mais segurança.

  

Tem Bônus?

Tem sim. Vários para dizer a verdade. Contudo, vou te convidar para descobrir acessando a página do Monografis.

 Clique Aqui e Boa Sorte!

 

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

EDUCAÇÃO INFANTIL NA ATUALIDADE - PARTE 1

 

A Base Nacional Comum Curricular – BNCC – é um documento normativo que serve para orientar todas as escolas do país sejam elas públicas ou privadas na construção dos seus currículos, ou seja, a BNCC não é o currículo ainda. Mas, é 60% dele. Os outros 40% do currículo de um estado, município ou instituição escolar é chamado de parte diversificada e deve ser composta daquilo que é próprio da região.

 

Isso é uma maneira de valorizar as diversidades e evitar a homogeneização. As realidades são diferentes, mesmo sendo dentro do mesmo país. Nesse sentido, há especificidades culturais marcantes em algumas regiões que precisam ser trabalhadas, valorizadas e preservadas.

 

Desse modo, o objetivo principal da BNCC é transformar a educação brasileira. Fazer com que todos os estudantes, crianças e adolescentes, em todo o país, independente de condições econômicas, de classe social, possam adquirir as mesmas aprendizagens essenciais. Afinal, a nossa Constituição Federal de 1988 diz que a educação é um direito de todos. Sendo assim, é preciso que isso seja realmente colocado em prática.

 

Dessa forma, a Base pode ser vista como um guia que determina as competências e habilidades básicas que precisam ser trabalhadas nas instituições de ensino, com a intenção de formar integral os educandos de toda a educação básica.

 

De acordo com a BNCC, as instituições escolares por meio dos educadores, precisam proporcionar as aprendizagens essenciais e, para isso, na Educação Infantil, precisamos manter o foco naquilo que as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil de 2009 já traziam: interações e brincadeiras. Afinal, nesse segmento, a aquisição das habilidades e competências se dá de maneira bem distinta comparando com as outras etapas da educação básica.

 

Portanto, a BNCC traz uma estrutura diferenciada para a educação infantil. Nesse segmento, a é preciso proporcionar o cumprimento dos direitos de aprendizagem, por meio das interações e brincadeiras. Para isso, tem-se os cinco campos de experiências com os objetivos de aprendizagens e desenvolvimentos específicos para cada faixa etária.

 

Nesse contexto, a educação infantil também objetiva a aquisição das dez competências gerais da BNCC que são, de uma forma bem resumida: conhecimento; pensamento científico e crítico; repertório cultural; comunicação; cultura digital; trabalho e projeto de vida; argumentação; autoconhecimento e autocuidado; empatia e cooperação e responsabilidade e cidadania.

 

Sendo que quatro dessas competências: trabalho e projeto de vida; autoconhecimento e autocuidado; empatia e cooperação; responsabilidade e cidadania são parte da educação socioemocional que também é obrigatória sua implantação nas escolas de educação básica, incluindo a educação infantil.

 

Nesse sentido, quem trabalha com a educação infantil precisa colocar em seu planejamento muitas vivências com interações e brincadeiras. Isso vai promover momentos divertidos e engajadores o que faz com que as crianças se desenvolvam nos aspectos motores, cognitivos e sociomeocionais. Tudo o que é esperado para as crianças da educação infantil.

domingo, 1 de novembro de 2020

COMO FAZER TCC DE FORMA RÁPIDA?

 

Escrito pela Profa. Ms. Gil Almeida


A escrita do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC – quase nunca é tarefa simples. Os alunos e alunas já estão cansados de todo o processo que vivenciam durante todos os anos de curso e sempre alimentando a ansiedade do momento do famigerado TCC. É preciso deixar claro que o famoso TCC é o trabalho final de qualquer fase da educação superior – graduação ou pós-graduação (especialização – latu sensu, mestrado e doutorado – stricto sensu), mesmo que seja mais costumeiro usar esse termo para as monografias no fim da graduação.



Todavia, não importa o que estejamos estudando, o TCC é sempre uma experiência que marca a nossa vida acadêmica. No caso da Monografia, ela serve como um rito de passagem, significando que finalmente vencemos uma fase importante e que estamos mais preparados para, finalmente, conduzirmos uma pesquisa de forma mais autônoma em momento posterior ou mesmo assumir uma função no campo de trabalho em que nos preparamos de forma árdua.

Foco no TCC!

Para isso, passamos pela experiência da escrita de pré-projetos, artigos, projetos de pesquisa, muitos ensaios para a escrita do nosso trabalho final que é, geralmente, permeado por muita pressão, medo de não conseguir, custos extras com correção ortográfica e adequação às normas da ABNT, sem contar com a preocupação do plágio.

Fuja do Plágio!

 

Os alunos e alunas da educação pública sofrem o medo de não conseguirem terminar a tempo e atrasarem suas entradas no mercado de trabalho, os estudantes de faculdades e universidades privadas, por sua vez, têm o agravante de, perdendo o prazo, precisarem pagar financeiramente mais uma vez a disciplina. Por isso, acertar não é uma opção, mas uma necessidade.

Escrever não é fácil. Quem orienta Trabalho de Conclusão de Curso vivencia junto com os alunos, todas as dores e angústias que eles e elas sentem na luta para conseguirem realizar as leituras, aprender regras da ABNT, colocar suas ideias no papel ou no computador e conseguir produzir uma monografia para serem aprovados. Digo isso com a experiência de 128 orientações e mais de 90 bancas como examinadora. São muitos desafios juntos!

Veja meu Lattes aqui!

 

Contudo, atualmente, já existem formas de reduzir esse trabalho que pode ser tão cruel. E claro te dar o prazer de fazer seu trabalho do início ao fim. Minha descoberta é o Monografis. Com essa ferramenta, você inicia colocando sua ideia de pesquisa e a plataforma já te dá uma ideia de capítulos, tópicos e subtópicos. São procedimentos que levam tempo, mas que é encurtado com a inteligência artificial. Eu confesso que já conhecia ferramentas assim para a escrita e treinamento de redação Enem, mas me surpreendi positivamente com a feliz descoberta do Monografis.

Além disso, toda sua escrita que acontece dentro da plataforma é separada, o facilita muito o processo. A ferramenta também orienta a escrita dos parágrafos mantendo a ligação entre os parágrafos que é fundamental para dar sentido ao texto.

Ao final, da sua escrita que se dá, de acordo com as pessoas que já usam, muito mais rapidamente e muito mais eficiente, você baixa sua versão em arquivo doc já com a correção ortográfica, adequação às regras da ABNT e antiplágio verificado.



A princípio, perguntei-me: isso deve ser muito difícil de manusear. Para minha surpresa, mais uma vez, quando a gente adquire a ferramenta, recebe um tutorial que ensina tudo de maneira clara e objetiva. Tudo bem simples de usar.

Como se não bastassem todas as benesses: ter um orientador de TCC, praticamente, particular; correção ortográfica; adequação à ABNT; antiplágio, depois que você adquire o Monografis, o acesso é vitalício.

Então, se você precisa fazer uma monografia rápida, descomplicada o Monogragfis é a sua resposta. CLIQUE AQUI para conhecer mais sobre o Monografis em meu canal do YouTube.

 

Seja elogiado(a) em sua banca de TCC!




 

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

MINDSET: o que isso tem a ver com minha relação com meu filho ou meus alunos?

 Escrito pela Profa. Ms. Gil Almeida

Você já parou para pensar como você tem influenciado na construção do mindset do seu filho ou dos seus alunos?

Bem, comecemos com uma historinha que, metaforicamente, nos faz entender melhor sobre nossa reflexão de hoje.

Uma vez um macaco encontrou uma jarra com um coco dentro. O macaco, por gostar muito de cocos, enfiou a mão na jarra e tentou muito retirar o fruto do interior da jarra. Mesmo sem sucesso, o animal continuou a tentar desperdiçando bastante tempo.

Essa é uma história que está divulgada e é possível encontrar facilmente na internet, não encontrei o autor, mas penso que ela é fundamental para pensarmos sobre o tema de hoje. Afinal, todos nós sabemos, mesmo que instintivamente, o quão difícil é mudar de opinião, mudar de atitudes, modificar nosso caminho e buscar novos desejos ou mesmo novas estratégias para retirar o tão desejado coco da jarra. Isso se deve ao nosso sistema de crenças que é formado pelas nossas vivências e interações no decorrer de toda a nossa vida.

Na Sociologia, autores como Peter Berger e Thomas Luckmann (2002) chamam esses momentos da nossa experiência humana de socialização primária (que acontece dentro da família) e socialização secundária (que acontece nas outras instituições ao longo de nossas vidas – escola, igreja, etc..). Nesse sentido, todos os adultos com os quais convivemos e vivenciamos experiências são parte na construção do que pensamos, da maneira com a qual agimos: do que somos. O nosso modelo mental ou modelos mentais – o mindset, inclusive, é resultado de tudo que experienciamos. Nesse contexo, mindset é tudo aquilo em que acreditamos sobre nós mesmos, o conjunto de ideias que temos das coisas e do mundo, as crenças e os valores. O mindset permite que julguemos o mundo de uma forma específica, a nossa forma. Isso também nos direciona para tomadas de decisões.

Segundo uma das grandes especialistas em psicologia social e psicologia do desenvolvimento, Carol S. Dweck, o quanto de sucesso que conseguimos em nossa vida não depende exclusivamente de talentos ou de habilidades especiais, mas da forma com a qual olhamos a vida, isto é do nosso mindset. Nesse sentido, a autora e pesquisadora aponta dois tipos de mindset: o fixo e o de crescimento. Sempre apresentamos as duas possibilidades, mas uma é mais marcante que a outra e rege mais as nossas vidas e decisões. Se, por um lado, tivermos o midset fixo mais acentuado isso significa que nossas atitudes estarão marcadas por pensamentos mais negativos, rígidos, sem expectativas de mudanças. Por outro lado, o mindset de crescimento é mais positivo e sempre encontra aprendizagens no que as pessoas de mindset fixo não encontrariam. Em outro texto, os tipos de mindset serão mais detalhados e exemplificados.

Sendo assim, nós enquanto adultos responsáveis de alguma maneira por crianças, devemos nos preocupar com as mensagens que estamos passando. Pois é. Mandamos mensagens o tempo inteiro. E, sabendo que elas vão chegar a alguém, precisamos ser cautelosos, cuidadosos.

 

Vejamos alguns exemplos de formas de agir:

Ø  Filho(a), você é muito desorganizado(a)! Veja a bagunça que é o seu quarto.

 

Numa fala como essa, certamente, você deseja que seu filho ou filha seja mais organizado. A um adulto não resta dúvida. Mas, será que para uma criança ou adolescente é assim que é compreendido? Será que gera a aprendizagem que o familiar deseja?

Ora, se a gente observar bem, esse pai ou essa mãe está dizendo para seu filho(a) que ele ou ela é desorganizado(a). Se ele ou ela é, por que ele/ela iria organizar seu quarto? Conseguem entender isso? Os pais, sem querer, acabam por ajudar na construção de algo que eles não desejam. Ressaltar características que eles não gostariam que seus filhos tivessem.

Então, pensemos: e se em vez de chamar o filho de desorganizado, fosse promovido um momento de organização de forma agradável e divertida? Depois disso, por que não focar em falas que fortaleçam os benefícios da organização?

Da mesma maneira, observemos atitudes que um professor não deveria ter com seus alunos e alunas:

Ø  Francisco, apague essa letra. Você é muito relaxado com suas atividades!

Não podemos dizer que o(a) professor(a) quer prejudicar a criança. Isso seria leviano. Mas, de fato, essa atitude não é nada inspiradora para o(a) estudante.

Então, pensemos: e se em vez dessa fala agressiva que rotula a criança, fossem valorizadas as conquistas de cada discente, observando sua aprendizagem a partir dele mesmo e do momento anterior em que ele se encontrava? Isso não seria mais prudente e teria mais sentido?

É disso que trata a discussão de hoje. Olhar para nossas ações, das nossas falas, dos nossos body gesture. Pois, cada momento que estamos com os pequenos, ensinamos-lhes coisas que podem ser marcante para o resto da vida deles. E, o mais complexo disso tudo é que não temos como saber como uma experiência vai afetar alguém. Isso é sempre muito particular. Todavia, nós sabemos o que afeta negativamente. O que pode causar marcas. Então, o que é possível evitar, devemos evitar. E sempre pensar, como Romeo Dean Bussarelo, que “educar não tem dia útil!”


Se você quer saber mais sobre esse assunto visite o nosso canal no Youtube clicando aqui.

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

CURSO GRATUITO - Profa. Ms. Gil Almeida

EDUCAÇÃO SOCIOEMOCIONAL em tempos de pandemia!

APRESENTAÇÃO DO CURSO

Este curso traz discussões sobre tudo que estamos vivendo na atualidade e como isso tem afetado nossa vida cotidiana no que tange à rotina, mas também relativo às nossas emoções e aos nossos sentimentos. O curso é composto por duas aulas lives via Youtube.


ROTEIRO DAS AULAS

Terça-feira => dia 15 de setembro de 2020, às 18h.

1º ENCONTROMINHA ROTINA NÃO PODE SER MAIS A MESMA. E AGORA?

Ø  Assista a aula AQUI.

 Quinta-feira => dia 17 de setembro de 2020, às 18h.

2º ENCONTRO – AUTOCONHECIMENTO É O PONTO DE PARTIDA PARA A AUTORREGULAÇÃO E O AUTOCUIDADO!

Ø Assista a aula AQUI. 


Por que você deve fazer este curso?

Neste momento de intensas dificuldades de readaptação às novas formas de agir que nos foram impostas pela pandemia do coronavírus, refletir sobre as emoções, os sentimentos e o cuidado de si é fundamental para garantir nossa saúde emocional. Todavia, essa aprendizagem socioemocional não esteve presente na formação da maioria de nós. Ainda não se falava disso nem nas famílias, nem nos espaços escolares. Visando oferecer suporte a professores que estão vivendo muitas dificuldades neste momento, seja com sua vida pessoal, seja profissional, criamos este curso inteiramente gratuito. Então, se você é uma dessas pessoas, não perca tempo. Invista em você, na sua saúde emocional e junte-se a nós nessa empreitada.

Não perca! 

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS: consciência social

 Escrito por Gil Almeida

Para começar, ser consciente de algo significa que se é capaz de entender e interpretar situações, acontecimentos com o discernimento necessário para não apenas fazer julgamentos morais, mas reflexões mais amparadas por processos racionais. Por sua vez, ter consciência social direciona para a questão dos grupamentos, das identidades e identificações. Significa valorização dos direitos humanos de uma forma que permita uma convivência harmónica entre os indivíduos por mais diferentes que sejam. Nesse sentido, essa harmoniosa convivência proporciona um progresso social, pois as pessoas pensam mais no outro, nas questões que envolvem comunidades, grupos que não somente as questões individuais.

Sendo assim, a consciência social é uma habilidade socioemocional que nos coloca no mundo em relação com os diferentes outros existentes. E isso é imprescindível porque não estamos sozinhos, vivemos em sociedade, numa sociedade desigual, injusta e precisamos estar conscientes do que acontece ao nosso redor. Não podemos estar alienados de tudo, dos sofrimentos, das faltas que tantos outros vivenciam.

Todavia, para que a gente consiga ter essa percepção do nosso meio, de nós, da nossa possibilidade de colaboração é muito importante que tenhamos ideia da nossa posição no espaço social.

Para que possamos desenvolver ou aprimorar a nossa consciência social é fundamental:

·         Ser empático => isso significa olhar o outro a partir do outro e não do que a gente entende ou espera do outro. Não é fácil, mas exercitando, podemos superar o desejo de que todos queiram, pensem e façam o que a gente acha certo. Entender que todos são realmente diferentes e têm necessidades e pontos de vista diferentes. Desde que não haja desrespeito pelos direitos humanos, todos devem ter o direito de serem diferentes;

·         Observar nosso tratamento social => isto é, usar mais a cordialidade com todos. Isso não significa que precisamos ficar rindo o tempo inteiro para todos, que não devemos dizer o que pensamos, mas que usemos de formas educadas para comunicar o que precisamos. Isso já nos leva para a ideia da comunicação não violenta. Afastar de si os comportamentos sexistas, homofóbicos, transfóbicos, racistas, dentre outros;

·         Consciência de conflitos => o autoconhecimento leva a autorregulação que, por sua vez, significa controle das nossas ações para o bem das relações com o outro e conosco. Dessa maneira, o nosso foco precisa estar na resolução dos problemas por meio do diálogo e não no fortalecimento dos desentendimentos. Para isso, o pensamento do outro precisa ser escutado e levado em consideração. Em resumo: usemos o conflito para a evolução e o crescimento e não para o seu oposto;

·         Comprometimento social => é interessante termos causas em nossa vida. Não importa seu interesse, não precisa ser algo em que você esteja necessariamente inserido(a), a exemplo, ter que ser negro para defender as causas dos povos negros, ser mulher para ser feminista. Não entendo dessa maneira. Penso que somos humanos com causas humanas e para que possamos mudar os problemas sociais que temos, precisamos nos engajar nas causas.

Para ampliar nossa compreensão do mundo, podemos:

·         Experimentar outras vivências que nos façam entender que o mundo é maior que as vivências do nosso grupo familiar e social;

·         Nos engajar em grupos que estejam ligados a questões sociais específicas;

·         Aproveitar para conversar com pessoas que pensam diferente da gente;

·         Sair da zona de conforto – olhar outras realidades diferentes da nossa em todos os sentidos;

·         Vivenciar outras experiências se tiver oportunidade – viajar, conhecer outras culinárias, expor-se a outros sistemas de crenças, perceber novos estilos de vida, expandir as possibilidades de interação social.

Com isso, é possível que a gente tenha um novo olhar sobre as questões que sempre estiveram ao nosso redor e nunca observamos ou não pudemos dar a devida importância. Viver bem também pode significar participar!

Se você tem interesse em saber mais sobre este tema, visite nosso canal no Youtube!

https://www.youtube.com/watch?v=gSB9BqVPIgI

terça-feira, 11 de agosto de 2020

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA EM TEMPOS DE PANDEMIA

 

Escrito pela Profa. Ms.  Gil Almeida

 

O professor, sem dúvida nenhuma, é o grande protagonista no que diz respeito ao ensino e à aprendizagem escolar. É ele que tem a missão de aproximar o conhecimento dos estudantes, atuando ativamente para que, a cada dia, novos cidadãos sejam formados. Todavia, em todo palco existe o backstage. Dentro da engrenagem escolar, os bastidores ficam por conta dos coordenadores pedagógicos.

A coordenação pedagógica é uma função que vem se transformando dentro do espaço educacional. Já foi uma espécie de fiscalizador de alunos e professores, mas, atualmente, com as novas demandas, esse profissional tem assumido diferentes responsabilidades. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996 – LDB – traz uma nova atribuição especial à coordenação: a formação. Desse modo, o processo formativo continuado passa a ser central no cotidiano das coordenações pedagógicas. Além disso, quem coordena tem a missão de articular o Projeto Político Pedagógico – PPP – e mediar a relação entre docentes, alunos, famílias e gestão.

Você ainda pode entrar em nosso grupo de WhatApp seleto AQUI e ficar por dentro de tudo que acontece toda semana. São várias lives e vídeos sobre educação em diferentes áreas.

Novos desafios surgem diariamente, o coordenador sabe disso. Contudo, nada se compara às bruscas mudanças que todos têm vivido durante a pandemia causada pelo coronavírus. Sem aviso prévio, tudo precisou ser repensado, reformulado, rearticulado. E, aos poucos, novas normalidades foram sendo vislumbradas. Mas, até que fosse possível a articulação de um caminho novo a seguir, foram necessários muitos estudos, muitos sofrimentos, muitas experiências, muitos aprendizados.

Alguns aspectos devem ser observados na função de coordenação antes, durante e depois da pandemia:

Ø  O foco na comunicação => é fundamental que a escola mantenha uma linha de ação coesa e, para isso, o uso de diferentes estratégias comunicativas é imprescindível. A comunidade escolar toda precisa ter ciência das decisões. Um bom canal para isso é o uso de grupo fechado em mídias como o WhatsApp ou Telegram para pais e alunos e aberto para os professores. A Lista de Transmissão no WhatsApp ajuda com os avisos que devem ser entregues individualmente para os professores. Outro caminho são as reuniões frequentes e os planejamentos (que podem ser feitos, facilmente, por meio de videochamadas);

Ø  Equilíbrio socioemocional => é algo que a coordenação pedagógica precisa em abundância. Essa função, por lidar com o processo de engajamento e formação, tem contato com uma diversidade de pensamentos e de capacidades adaptativas. Nesse sentido, é fundamental manter a serenidade para: acolher as dificuldades apresentadas pelos colaboradores, sanar as dúvidas manifestadas pelos pais e alunos e garanta que o foco continue na aprendizagem das crianças e adolescentes;

Ø  Supervisionar e dar feedback => ainda é importantíssimo que o coordenador observe o trabalho dos docentes. Não é suficiente organizar e realizar formações se não há uma verificação do aprendizado dos professores. E o aproveitamento do que aprendem deve estar na qualidade das aulas que culminará para uma melhor aprendizagem dos discentes. Para isso, é interessante a construção de um guia de referências com questões, por exemplo. Assim, pode-se ir anotando os avanços e os aspectos que ainda precisam ser melhorados. E é fundamental que os docentes tenham esse feedback. Assim, podem acompanhar o seu progresso;

Ø  Produção de material de referência => é muito importante para orientar e servir de apoio nas ações dos professores. Uma ideia que pode ser utilizada é a feitura de Ebooks informativos, materiais em PDF, tutoriais: tudo que pode ser guardado para consultas posteriores;

Ø  Por fim, não menos importante, estudar => a cada nova demanda, as coordenações precisam criar estratégias novas. Os coordenadores oscilam de técnicos em informática a assistentes socioemocionais em período curto de tempo. Então, é fundamental saiba “aprender a aprender” e mantenha sua própria formação em dia.

Esses são apenas alguns dos aspectos importantes vivenciados cotidianamente pela coordenação pedagógica. Vários outros são também fundamentais e precisam ser postos, assim esses profissionais garantem seu espaço, não mais de fiscalizador, mas como peça indispensável na engrenagem do processo de ensino e aprendizagem escolar.

Se você tiver interesse em saber mais, responda o formulário AQUI e peça o seu EBOOK gratuito.



Foram apontadas algumas mídias que podem ser usadas como meios de comunicação e formação. A internet por meio das redes sociais tem sido uma forte aliada da aproximação com as famílias, com os alunos e com os professores. É possível que de todas as dificuldades vivenciadas nessa pandemia, isso seja um ganho muito grande para o fortalecimento das relações dentro do espaço escolar. Os encontros on-line trazem um grande público que não teria tempo para se deslocar até a escola. Faz com que haja dinamicidade nos processos. Os professores, por exemplo, podem ter mais de uma reunião em horários próximos sem perdas. Tudo isso deve ser visto positivamente. Estão sendo aproveitados recursos antes não utilizados com frequência.

O nosso canal no Youtube também pode ser uma ótima ideia para você se inteirar das novidades. Toda quinta-feira, às 18horas, tem vídeo novo ou live. Clique AQUI e se inscreva. Não deixe de acionar o sininho para ser notificado(a) de tudo.

Para tanto, novas descobertas, novos caminhos estão sendo traçados diariamente. E isso por si só já é uma grande formação para todos os profissionais que souberem aproveitar as intempéries para crescer e modificar suas ações de modo a aperfeiçoá-las e otimizá-las, atingindo o máximo desenvolvimento possível.

MONOGRAFIA PASSO A PASSO COM O MONOGRAFIS

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